Arquivo mensal: outubro 2006

Padrão

Você só Reclama!!

Muitas faltas-de-ânimo e diabruras-de-murphy depois, sai o nono fassssssssscículo O Rico e Medroso Barão Preguiçoso. Já nas bancas!

Eu estou numa fase periclitante. Segundo meus cálculos eu posso estar em uma mistura bombástica: inferno astral + TPM. Meus sentimentos são totalmente intensos, meu corpo totalmente falho, minha saúde totalmente péssima, meu humor totalmente volúvel, e, óbvio, Murphy voltou a prestar atenção em mim. Eu tive idéias de vários textos para escrever aqui no Casa, mas, a preguiça rege ainda mais meu ser e tudo o que eu faço é namorar. Os problemas só aumentam e eu não consigo ter nenhuma espécie de vontade interior para ir pra aula quanto mais para resolver os problemas.

É, só reclamo mesmo. A Casa é minha, faço o que quiser. Hmpht!

Tive algumas idéias legais para meus outros trabalhos. Finalmente consegui baixar Global Frequency que vai me ajudar muito a ter idéias para os detalhes de Pacífica e o seminário sobre gótico hoje me deu idéias para a Saga. Preciso escrever isso, mas não sei aonde. Preciso ter ânimo também para arrumar todas as minhas anotações. Se vocês soubessem quantas páginas de cadernos e quantos arquivos de anotações eu perdi… Vou começar a acreditar em destino e ser feliz com as perdas.

Um dia ainda viro a Rainha do Desapego… Bem, Penny Lane está com 45 páginas no documento de Word e quem tá gostando da obra so far (apesar das enrolações) levanta as mãozinhas! \o/

Anúncios

Padrão

Dez Superdotados e um Motorista Muito Bêbado

É o título do filme baseado na minha tarde de hoje que eu não vou fazer. Nunca senti o peso da responsabilidade e o terror de ser enfiada aos “cuidados” de um ser humano irresponsável na minha vida como hoje. No estágio na Sala de Recursos, mais conhecida como “meus x-babies”, hoje era dia de visita a UnB para participar de oficina da Semana de Extensão. O Decanato de Extensão arranjou um ônibus para levar a gente na UnB e esse foi o problema.

Primeiro: A moça me diz que um ônibus de viagem, grande, verde com um escrito demais em inglês estava na porta. O que não era verdade. Então eu peço o celular do motorista.
Segundo: O ser humano para quem eu liguei não conseguia me informar onde estava.
Terceiro: O ônibus era um caco velho daqueles amarelados escrito ESCOLAR.
Quarto: O motorista não sabia nada e eu tinha que explicar.
Quinto: Depois nós fomos ver que ele estava bêbado.

A palestra era uma coisa chata do IESB se vangloriando por fazer a obrigação dele e ajudar as comunidades carentes e as crianças (e eu e a professora) estavam quase morrendo de tédio. Resolvemos então ir para uam exposição da Semana de Extensão na Esplanada dos Ministérios e para isso precisávamos do ônibus e do motorista.

Foi então que a gente percebeu que o motorista tava bêbado. O estacionamento da Reitoria foi virando um labirinto. Ele não conseguia passar pelos carros, subia em meio fio, arranhou um carro, e foi entrando no estacionamento e fazendo voltas ao invés de sair de uma vez. Foi dando um desespero. Aqueles meninos correndo pelo ônibus, pondo a cabeça pra fora, se pendurando na janela e aquele motorista bêbado. Chegou uma hora que eu achei que ia morrer antes dele me matar junto com as crianças e falei pra Flávia: Vamos descer. A gente dá um jeito dos pais das crianças virem buscá-las aqui. Qualquer coisa.

A Flávia então falou pro motorista que a gente ia descer enquanto ele manobrava e foi direto pros seguranças que estavam rondando por ali. Eles deteram o ônibus e o ser humano e nós ficamos na frente da biblioteca. O Decanato de Extensão, depois que a professora Flávia reclamou, nos mandou o tal ônibus de viagem hiper mega ultra e pediu super desculpas e que não tinham idéia que tinham mandado aquilo pra gente. Sorte das crianças da 405 que ele ia pegar às cinco horas que nós acabamos com a festa do motorista.

QUando a gente estava no ônibus chique e confortável, a adrenalina baixou e um cansaço tão grande baixou que, quando um dos meninos foi me dizer (com cara de safado) que iam tocar o terror lá atrás eu só pedi um pouco da sprite dele em troca da minha não intervenção e ele foi pro fundo falando que tinha me subornado. Eles estavam seguros e eu não tava nem aí se eles iam destruir o ônibus chique.

Diários de Penny Lane

Fascículo novo no site. Oitavo, A Mad Tea Party! Me deu trabalho e as continuações me darão ainda mais. Mas, eu amo! =)

Padrão


Clique na figura e leia os três primeiros capítulos do livro que a Arma já me deu =p~~~

Obrigada, Arma!! Luv ya!

Esses três primeiros capítulos não te deixaram com água na boca? Eu SONHEI com eles! Felicidaaaaades!

Padrão

Sim Way of Life

Hoje (Domingo) eu, Dida e Cidus fomos para mundos paralelos. Estávamos todos no quarto da Dida, mas estávamos também no mundo de Sims, Zelda, Mario e Haverst Moon. Foi ótimo porque eu já estava de saco cheio. Passei a maior parte do meu feriado prolongado aqui em casa, enquanto fazem a pequena reforma aqui, lutando para parir um fascículo que, infelizmente, não quer ficar pronto agora.

Quem disse que escrever é fácil?

Junta a isso o fato de que eu faço 42 céditos, 20 dos quais são estágios que só me frustram. Minha empolgação com qualquer área da Psicologia dura muito pouco. Não vou dizer pra vocês que é horrível, nojento e escabroso, mas não tem muito appeal pra mim. E, como já disse, sou um ser mimado, só faço o que eu quero. Trabalhar com algo que não me excite de nenhuma forma (vira atriz pornô, hahaha, por favor, poupem-me), não me empolgue, essas coisas que só me frustram e, além de serem frustrantes (qualquer coisa na realidade te frustra de alguma maneira) não me despertam o interesse e a vontade de continuar. Essas coisas me cansam. Sugam toda minha alma, meu glamour e me deixam um ser humano apagado e triste, cansado e aborrecido.

Por isso eu me esbaldei em uma vida que dá pra você fazer ela andar mais rápido, beber elixir da vida, ter árvore de dinheiro, que fica pausada enquanto você reforma e decora a casa, que rola de ter dois namorados ao mesmo tempo e a consequência só é engraçada, que você ganha dinheiro por dia e acha emprego fácil nos classificados e nem precisa fazer entrevista. Que a pessoa do serviço social cai do céu vestido de coelho quando sua barrinha de social está fraca, que você sai e se esbalda e volta pra casa na mesma hora em que saiu.

Sou contra a idéia de que eu tenha “desperdiçado meu dia”. Eu e a Dida estávamos discutindo hoje porque diabos todo mundo tem mania de achar que o que é divertido é perda de tempo, ou inútil e “emburrecedor”. Dida e seu Haverst Moon pratica Marketing e probabilidade e eu tenho uma noção maior de administração de horas e dias com The Sims. Sem contar que diverte e deixa seu cérebro neurótico descansar dos problemas da vida.

Do fato de que minha semana vai ser cansativa e sem nenhum dinheiro. Que vai ser pontuada com a minha necessidade de comprar livro, tirar xerox e não ter nenhum real no banco. Que eu vou passar todos os dias da minha semana esperando a hora de dormir. Pelo menos as horas em que estou em aula são prazeirosas, porque eu tive a bondade de não pegar nada da Psicologia e fui ser feliz do outro lado do Campus.

E o fascículo de Penny Lane consegue sair essa semana sim, pelo andar da carruagem, mas não vou prometer nada, porque prometer é o primeiro passo para não cumprir.

Outra coisa. Estou aqui matutando na minha cabeça quem eu vou precisar seduzir na minha família para conseguir esse livro, como parece que cada membro da família já tem mais ou menos um presente especificado (que venho planejando a meses porque eu sou pobre e materialista sim), quem quiser me dar, nem é tão caro. Meu aniversário é dia 04 de Novembro e livros de fantasia são minha droga mór. Eu amo. Adoro. Me perco. Leio no banheiro. Leio na sala de aula. Leio na fila do banco. NADA me pertuba enquanto leio. É lindo. Meu humor terrível e devorador, minha lua cheia específica, meu lobisomem mode on passa na hora e eu deixo de querer morder as pessoas.

Vocês acham que eu me enterro em Harry Potter quando estou super deprimida por quê? Só que parece que eu já sei os seis livros de cór e eu estou querendo algo novo para ter desculpa para passar para alguma nova dimensão.

Uma onde existam dragões. Here, There Be Dragons!

Padrão

A Subjetividade da Máquina

Cada vez mais nessa vida eu me convenço que computadores têm subjetividade. Não são máquinas sem personalidade e afetos dirigidos. Por isso dou nomes aos meus computadores e converso com eles. Veja o Ozzie por exemplo. A ventoinha, mais chiquemente chamada de cooler, tava tão suja que parou. O Gustavo veio aqui, nós tiramos dois quilos de poeira das entranhas do meu pobre PC e, mesmo assim, a ventoinha não funcionava.

A não ser quando eu falava “funciona, eu te amo”.

Porque eu amo muito o pobre e não quero correr o risco de seu digníssimo ventilador não funcionar nem na base da declaração de amor, deixei-o aberto e comecei a dar um “empurrãozinho” pro cooler funcionar. Por isso, as declarações pararam e ele vem ficando cada vez mais sensível por estar.. exposto. De domingo pra sexta eu varei a noite fazendo prova de Johnathan&Ewan e estava alucinando. Terminei meu trabalho e, meia hora antes da hora de entregar, estava me arrumando para ir pra UnB quando desliguei o computador sem passar o arquivo para um disquete.

Tinha dormido só duas horas, dá um desconto.

Pacientemente, porque quando fico insone minha alma dorme e meu corpo funciona como uma carcaça vazia pré-programa, liguei o estabilizador e meti o dedo no botão de ligar, dei o empurrãozinho na ventoinha e esperei o digníssimo computador desligar.

Nada.

Sabe-se lá o que acontecia. O cooler ficava lá girando, o computador vazia um barulhinho e pronto, nada mais funcionava. Desliguei e religuei ele uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes. Nada. Deitei ele pra ver se o acordava (podia estar com tanto sono quanto eu). NADA. Tentei ligar para o Gustavo para ver se ele tinha idéia do que acontecia, mas ele não estava acessível. Tentei mais umas três vezes.

Então eu sentei e chorei. Juro, eu sentei e chorei. Chorei muito. Cansada, com sono, estressada, desesperada. Não acreditava que estava acontecendo aquela imensa merda comigo. Chorei. Chorei. Chorei e implorei. “Funciona por favor!” E tentei de novo.

Ele funcionou.

Coincidência? Sei não, héin? Quando coincidências se repetem demais é porque tem alguma causa bem delimitada por trás….

Ah…

OZZIE, EU TE AMO!!!

Padrão


O Sètimo fascículo (A Saga de Limão) saiu, ele é mais curtinho, mas eu gostei dele. Gosto da infância da Penny =)

No mais, estou perdida, tenho que fazer uma prova hoje, no mínimo cinco páginas, ainda não comecei, ainda não li todos os textos. Pelo visto não vai ficar tão bom quanto deveria… Mas, paciência, quem sabe eu não posso ser recompensada com o primeiro episódio da terceira temporada de Lost!! Vou lá estudar e vocês, por favor, leiam =D


A Saga de Limão!

Padrão


Whether I shall turn out to be the hero of my own life, or whether that station will be held by anybody else, these pages must show. To begin my life with the beginning of my life, I record that I was born (as I have been informed and believe) on a Friday, at twelve o’clock at night. It was remarked that the clock began to strike, and I began to cry, simultaneously.

In consideration of the day and hour of my birth, it was declared by the nurse, and by some sage women in the neighbourhood who had taken a lively interest in me several months before there was any possibility of our becoming personally acquainted, first, that I was destined to be unlucky in life; and secondly, that I was privileged to see ghosts and spirits; both these gifts inevitably attaching, as they believed, to all unlucky infants of either gender, born towards the small hours on a Friday night.

Mudei a bagaça de novo. Acho que foi porque eu sonhei com David Copperfield (não o mágico!) e resolvi ser mais linear. Talvez do jeito que estava ficasse mais confuso ainda (como se todas essas mudanças não fossem confusas =p)

Padrão

About Me

Acho que vocês já perceberam que o mais difícil pra mim é escrever os próprios relatos da Penny Lane. É porque é alter ego e esse negócio de fazer versões de você, ainda mais quando você está no seu inferno astral tentando lutar contra pensamentos depressivos (isso não sou eu, são hormônios e produtos químicos na cabeça!), é difícil de ficar bom. Ana Takashi já teve seus episódios de depressões, mas os problemas dela são diferentes dos meus, porque, obviamente, ela não sou eu.

Por isso não estava feliz com alguns fascículos. Com um deles, para ser mais exata: o quarto. Então, fiz outro. Acho que está bem mais condizente. Aqui está: Quarto.

O sétimo, que também é nesse estilo, creio que sai amanhã ou quarta, dependendo do tempo que me resta.

Beijos! Saudades de vocês, mas eu estou querendo é viver mais junto com meus bichinhos de pelúcia, com alguma saída esporádica sem muitas quebradeiras.