Arquivo mensal: outubro 2005

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I see her everyday now
Smiling for a thousand cars
Waiting for someone to pick her
She doesn´t want you to know
But she longs to be a pet now

Eu sonhei com alguém fazendo essa poesia. E no sonho eu a musiquei. Não lembro de jeito nenhum como era a música. Nem acho que ficou assim tão legal a letra. Mas, que eu fiquei com isso na cabeça fiquei. Mas nem tem rima… Nossa banda vai ser simples com musiquinhas de rimar.

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To Marina

Eu sei que eu mudei, e eu sei que aqui não existe nada mais do que existia antes. E que o antes está apagado. Afinal, eu deletei esse blog. Houve uma época que eu era engraçada e ao mesmo tempo poética e crítica, teve uma época que eu era toda crítica e glamour.

Sabe, eu relembrei do glamour ontem. Como cada pequena graça da minha vida deveria ser comentada a fundo aqui e cada fato do mundo deveria ser criticado e combatido aqui.

Eu juro que às vezes eu tento voltar pra isso, mas, me parece absurdamente distante.

Eu fiz esse blog para poder sempre escrever sem preocupações, sem meu perfeccionismo chato que atrasa minhas grandes obras de arte da literatura mundial. Mas, acabou que aconteceu o contrário. Há não muito tempo atrás eu sempre pensava dezoito mil vezes antes de por qualquer coisa aqui.

As pessoas assumem demais por muito pouco. Saiba agora que, apesar de me irritar com opiniões que se revelam ao meu respeito antes da pessoa me conhecer de verdade, eu já não me interesso mais por elas. Se hoje as pessoas primeiro me acham fofa e meio burra, problema delas.

Aos que eu amo, aqui um pequeno mapa do labirinto. Aos que não me conhecem:

Surprise!!! And Sparkle.

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THE SHOW MUST GO ON!!

Inside my heart is breaking, my make up must be flaking but my smile still stays on!!

Eu adoro Queen. Adoro músicas assim… Gays… Adoro Moulin Rouge. Glamour, drama, vermelho, triângulos amorosos, lutos e sacrifícios. Uma mistura astrológica de intensidade escorpiana e dramaticidade leonina.

I´m a Drama Queen. Na minha cabeça tudo acontece de um jeito mais purpurinoso, intenso e exagerado que na de vocês. Não é que eu vivo fora da realidade… Tá, eu também vivo fora da realidade, mas não é o ponto aqui. É questão de perspectiva. A minha, é exageradíssima.

Meu sonho era ser a Satine de Moulin Rouge. Uma prostituta tuberculosa? Não. A atriz principal de um musical romântico, bêbado, intenso e vermelho. Moulin Rouge é o filme que determina o que é uma estética quase perfeita pra mim. Existem outros tipos também, claro. Gosto da elegância em preto e branco de Casablanca, também gosto do mínimo e crú, como Sin City.

Mas, tudo que há de exagerado em mim adora Moulin Rouge.

The Show Must go On!